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Dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) revelam que o Rio de Janeiro conta com 21 cidades com receita orçamentária acima de R$ 1 bilhão. Dessas, pelo menos cinco estão entre as que têm o maior volume de recursos provenientes da extração de petróleo.

Para se ter uma ideia, só em 2024, municípios como Maricá, Macaé, Niterói, Saquarema e Campos dos Goytacazes receberam R$ 10,6 bilhões em royalties e participações especiais cobradas sobre campos de grande produtividade. Esse montante corresponde a 59% dos R$ 18 bilhões transferidos a todas as cidades fluminenses.

O estado do Rio de Janeiro e os municípios situados na unidade da federação, juntos, receberam R$ 44 bilhões, ou 75% da renda do petróleo distribuída para todo o país. Os dados constam em estudo publicado em 2025 pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc).

A concentração de recursos em poucos municípios tem chamado a atenção de entidades que atuam junto aos interesses dos entes locais, como a Confederação Nacional de Municípios (CNM), que tem encabeçado uma campanha em defesa da mudança na distribuição dos recursos, alvo de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2012.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, avalia que a ampla concentração desse tipo de receita nos cofres de poucos municípios é uma das maiores distorções do federalismo fiscal brasileiro. Para ele, é preciso levar em conta que os royalties decorrem da extração de petróleo em alto-mar, e não do território desses entes locais.

“É bom lembrar que, constitucionalmente, os recursos naturais da plataforma continental, como o petróleo, pertencem à União, não havendo qualquer razão para que se indenizem os municípios ditos produtores, muito menos com base em um critério de confrontação geográfica desses municípios com campos de petróleo localizados em alto-mar”, destaca.

Em 2025, a Petrobras bateu recorde de produção no pré-sal, atingindo um volume de 2,45 milhões de barris de óleo e gás diariamente. No Brasil, os royalties e participações especiais são distribuídos conforme previsão na Lei nº 9.478/1997. A norma estabelece prioridade às cidades confrontantes com campos produtores ou que sediam instalações industriais relacionadas à produção petrolífera.

O intuito é garantir que esses municípios possam obter recursos necessários para administrar pressões relacionadas à infraestrutura, provocadas pelo aumento da população, ou eventuais impactos ambientais, como explica o especialista em orçamento público Cesar Lima.

“É fato que alguns municípios concentram, sem necessariamente ter uma força industrial, recursos advindos desses royalties. Mas é uma previsão legal. É claro que o dinheiro é importante para todos os municípios; a própria Constituição fala que os recursos que estão ali são da União. O que temos que ver é que esses municípios estão na linha de frente caso aconteça algum desastre ambiental”, avalia.

“A lei foi mudada para melhorar essa distribuição. Contudo, esses municípios, com receio de perderem muitos recursos, entraram na Justiça e hoje está se aguardando uma decisão do STF em relação a essa repartição dos royalties, principalmente do pré-sal, que hoje é a maior fonte de distribuição de royalties para esses municípios”, acrescenta.

Em 2012, o Congresso aprovou nova lei com distribuição igualitária dos recursos entre todos os municípios. Contudo, essa alteração foi derrubada por liminar da Suprema Corte, a pedido do governo do estado do Rio de Janeiro, que depende de forma significativa desses recursos.

“Infelizmente, essa mudança foi barrada liminarmente no Supremo Tribunal Federal, e estamos esperando há mais de 13 anos que os ministros finalmente tomem uma decisão de mérito sobre o assunto, abrindo as portas para o futuro”, pontua Paulo Ziulkoski.

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Com exceção de Macaé, que é sede das operações na Bacia de Campos, onde nasceu a indústria do petróleo marítimo no Brasil, as outras quatro cidades bilionárias têm instalações menos significativas ligadas ao setor.

Porém, a expectativa é de que esse cenário de arrecadação elevada seja mantido, apesar da redução nas cotações internacionais do petróleo e do recuo da produção de alguns dos campos da região.

Uma projeção da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) aponta que, em 2029, Saquarema receberá cerca de R$ 3,7 bilhões. Maricá ficará com aproximadamente R$ 1,8 bilhão. O município de Niterói, por sua vez, ficará com R$ 850 milhões. Araruama também seguirá com receita estimada acima de R$ 800 milhões.

Nesse contexto, os prefeitos de Maricá e do Rio de Janeiro, Washington Quaquá e Eduardo Paes, anunciaram, no início de dezembro de 2025, um acordo que visa ao compartilhamento de royalties do petróleo com os municípios de São Gonçalo, Guapimirim e Magé. O documento passará por análise do STF e pode acabar com a disputa judicial acerca da divisão de royalties entre as cidades.

“É justo do ponto de vista técnico, porque somos todos da mesma região. Atuar de forma coletiva é fundamental para que cada município tenha seu próprio orçamento e capacidade de realizar projetos que melhorem a vida da população”, disse Washington Quaquá.

Por meio de nota, a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP) afirmou que as discussões em torno da distribuição dos royalties do petróleo são relevantes, mas defendeu a necessidade de um debate mais detalhado dentro do conjunto das finanças municipais.

“As receitas provenientes do petróleo são importantes, mas representam apenas uma parcela do orçamento público local. Em 2024, as receitas totais dos municípios brasileiros somaram cerca de R$ 1,3 trilhão, enquanto os royalties e participações especiais corresponderam a aproximadamente 2,74% desse total”, defendeu.

Desigualdade regional

O problema relacionado à extrema concentração da renda do petróleo em poucos entes da federação foi objeto de avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU 005.361/2023-0), publicada em 2024.

Pelos termos do documento, a utilização de critérios de distribuição desenvolvidos na década de 1980, para um cenário produtivo completamente diferente do atual, torna o modelo de divisão dos recursos obsoleto e desconexo, potencializando as desigualdades regionais.

O tribunal destacou ainda que esse cenário permite a criação de uma “loteria geográfica”, ao garantir PIB per capita de países desenvolvidos a municípios que, por acaso, estão localizados em frente às reservas.

Cidades dependentes de royalties

Além disso, um estudo do Programa Macrorregional de Caracterização de Rendas Petrolíferas (PMCRP) mostra que as receitas do petróleo somaram R$ 94,9 bilhões para estados e municípios brasileiros em 2024. Desse valor, R$ 58,22 bilhões são relacionados a royalties, e R$ 36,68 bilhões, a participações especiais.

O estado do Rio de Janeiro concentra as cidades mais dependentes desses recursos. Arraial do Cabo, por exemplo, tem 72% de seu orçamento financiado pelo petróleo. Em Saquarema, a porcentagem chega a 66%. Maricá atinge 63%; e Macaé, 30%.

O levantamento mostra ainda que a Bacia de Santos passou de 3% da produção nacional em 2010 para mais de 77% em 2024, consolidando-se como o principal polo de petróleo do país. Os números entre os municípios ficaram divididos da seguinte forma:

  • Maricá (RJ) – R$ 4.236.632.602,78 (63%)
  • Niterói (RJ) – R$ 2.233.782.780,64 (37%)
  • Saquarema (RJ) – R$ 2.012.509.846,88 (66%)
  • Macaé (RJ) – R$ 1.402.558.746,79 (30%)
  • Campos dos Goytacazes (RJ) – R$ 706.419.060,78 (25%)
  • Rio de Janeiro (RJ) – R$ 550.616.578,33 (1%)
  • Arraial do Cabo (RJ) – R$ 547.273.096,61 (72%)
  • Araruama (RJ) – R$ 525.587.140,38 (45%)
  • São Sebastião (SP) – R$ 461.437.195,18 (28%)
  • Ilhabela (SP) – R$ 399.435.591,65 (42%)

Fundos soberanos

Alguns desses municípios criaram fundos soberanos para guardar o dinheiro dos royalties. No caso de Maricá (RJ), o valor acumulado até o fim de 2025 ultrapassa R$ 2 bilhões. Esse fundo, criado no município em 2017, reserva entre 1% e 5% do valor total da arrecadação oriunda de royalties e participações especiais.

Já em Niterói (RJ), o montante somava R$ 1,5 bilhão até o dia 8 de janeiro de 2026. De maneira geral, esses recursos são aplicados em ativos financeiros. Contudo, em 2020, ficou autorizada a aplicação de até 70% dos recursos do fundo para custeio de políticas públicas municipais criadas para mitigação dos impactos econômicos e sociais provocados por pandemias, conforme definição da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além disso, a utilização desses valores em Niterói é admitida em caso de frustração de receitas, ou seja, quando a arrecadação de royalties ou de participação especial ficar abaixo do estimado pela ANP para o exercício fiscal corrente e do previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA). Nessa situação, o fundo poderá cobrir até 50% da frustração da receita estimada, desde que o valor não represente mais de 20% do montante total do fundo naquele ano.

Diante disso, o especialista em orçamento público Cesar Lima considera necessário avaliar se, apesar dessa reserva e da destinação concentrada dos royalties, esses municípios têm organização e capacidade concretas para enfrentar adversidades econômicas ou ambientais.

“[É importante saber se o problema será resolvido pelo município] ou se, mais uma vez, vai recair na conta da União, como aconteceu em Brumadinho e Mariana. [Naqueles casos], apesar de o acordo judicial ter garantido muitos recursos para a reconstrução, uma parte significativa ainda foi absorvida pela União”, lembrou.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, entende como positiva a criação de fundos soberanos, por envolver a reserva de parte dos recursos provenientes da extração atual do petróleo para gerações futuras. Porém, para ele, não faz sentido restringir o uso desses recursos a poucos municípios.

“Essa visão de que o petróleo é de todos os brasileiros foi o que definiu, em 2012, a aprovação de uma lei alterando as regras de distribuição dos royalties, prevendo que uma parcela maior dos recursos fosse dividida entre todos os estados e municípios”, concluiu.

Perdas de participação no PIB

Levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 2023, 25 municípios concentraram 34,2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, indicador que representa a soma de bens e serviços produzidos no país.

Contudo, no grupo de cinco municípios com as perdas mais intensas de participação no PIB nacional, todos tinham a economia relacionada à exploração de petróleo. Maricá (RJ) registrou queda de 0,3 ponto percentual. Em Niterói (RJ) e Saquarema (RJ), o recuo foi de 0,2 ponto percentual em cada uma. Ilhabela (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ) completam a lista, ambos com redução de 0,1 ponto percentual.

Fonte: Brasil 61

A agenda oficial do governador Jerônimo em Itiruçu chamou atenção pela ausência de dirigentes do partido ao qual o chefe do Executivo estadual é filiado no município.
 
Mesmo com a realização de um evento institucional importante para a cidade, nenhum representante local da legenda esteve presente para recepcionar o governador.

A ausência de dirigentes locais do partido do governador Jerônimo durante sua agenda oficial em Itiruçu acabou tendo um efeito revelador. A situação mostrou, de forma clara, quem de fato está presente e comprometido com o projeto político liderado pelo governador no município.

O episódio contribuiu para tirar quaisquer dúvidas que ainda pudessem existir em relação aos apoios locais para as eleições de outubro. Ficou evidente quem realmente caminha ao lado do governador, participa dos momentos importantes e demonstra apoio concreto, para além de discursos.

Em Itiruçu, o evento serviu não apenas para tratar de ações e investimentos para o município, mas também para esclarecer o cenário político local, evidenciando quem está alinhado, na prática, com o projeto estadual que busca atender às necessidades da população.

 

O município de Itiruçu passou a viver uma nova realidade no abastecimento de água nesta sexta-feira de 22 de janeiro com a chegada da água do Rio Paraguaçu, um avanço considerado fundamental para a saúde pública e a segurança hídrica da população.

Entre os anos de 2018 e 2020, Itiruçu esteve entre os municípios baianos citados com uma das piores qualidades de água, ao lado de cidades como Vitória da Conquista, Jequié, Itabuna, Cruz das Almas e Lauro de Freitas. Dados levantados em testes apontaram a presença de substâncias que oferecem riscos à saúde humana.

Segundo os estudos, o consumo contínuo dessa água poderia causar doenças graves, como câncer, mutações genéticas, problemas hormonais, doenças renais e danos ao sistema nervoso.

Com a integração ao sistema de abastecimento do Rio Paraguaçu, a expectativa é de uma melhora significativa na qualidade da água distribuída, tornando-a mais segura e adequada para o consumo humano, além de reduzir os impactos da estiagem e garantir maior regularidade no fornecimento.

A mudança representa um marco importante para Itiruçu, refletindo diretamente na qualidade de vida da população, no fortalecimento da saúde pública e no desenvolvimento do município.

Foto: Divulgação/Embasa


Empresa é retirada do mercado, mas dívidas continuam válidas e investimentos seguem sob análise do liquidante

O Banco Central determinou a liquidação extrajudicial da Will Financeira, o que resultou na retirada imediata da empresa do mercado financeiro. A medida interrompe as operações da instituição e congela seus ativos, mas não isenta os clientes do cumprimento de obrigações assumidas anteriormente.

Com a liquidação, um profissional indicado pelo Banco Central passa a conduzir o processo, analisando o patrimônio da empresa, os valores a receber e as dívidas existentes. A partir desse levantamento, será definido como ocorrerá o pagamento dos credores.

Especialistas alertam que contratos firmados com a instituição continuam válidos. Isso significa que faturas de cartão de crédito e outras dívidas devem ser quitadas normalmente para evitar problemas como inadimplência e registros negativos em órgãos de proteção ao crédito.

Segundo o analista do mercado financeiro André Franco, o não pagamento pode gerar consequências diretas para o consumidor. “Essas informações permanecem registradas no sistema financeiro. O atraso pode levar à negativação do nome do cliente”, explica.

Já os consumidores que mantêm recursos aplicados ou valores em conta precisam aguardar o andamento da liquidação. Nos casos em que há cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), existe proteção de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, o que reduz o risco de perdas financeiras. No entanto, pode haver demora na liberação dos valores.

Produtos que não contam com a garantia do FGC apresentam maior grau de incerteza, dependendo do resultado final do processo de liquidação.

A Will Financeira, que tem ligação com o Banco Master, teve a liquidação decretada após deixar de cumprir compromissos financeiros com a operadora de cartões Mastercard.

As inscrições para o programa Bolsa Atleta têm início nesta segunda-feira, dia 19, oferecendo apoio financeiro a esportistas que se destacaram em competições ao longo do último ano. A iniciativa garante o pagamento de parcelas mensais durante 12 meses, com o objetivo de contribuir para a preparação e a permanência dos atletas no esporte de alto rendimento.

Conforme divulgado, o edital contempla cinco níveis de participação: atleta olímpico, paralímpico ou surdolímpico; atleta internacional; atleta nacional; atleta de base; e atleta estudantil. Os valores do benefício variam entre R$ 410 e R$ 16.629, de acordo com a categoria, sendo os recursos provenientes do Ministério do Esporte.

No ano de 2025, o programa alcançou um marco histórico ao atender 9.207 atletas em todo o país, número superior ao registrado no ano anterior, quando 8.739 esportistas foram beneficiados. A iniciativa é aberta a praticantes de modalidades reconhecidas como olímpicas, paralímpicas ou surdolímpicas.

Para os atletas da categoria olímpica, que já se preparam para os Jogos de Los Angeles em 2028, é exigida a participação na equipe brasileira em grandes eventos internacionais recentes, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris 2024, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022, além dos Jogos Surdolímpicos de Verão de Tóquio 2025 ou de Inverno realizados em Erzurum, em 2022.

Novo terminal em Águas Claras inicia operações com integração ao metrô e foco em acessibilidade e sustentabilidade

A nova Rodoviária de Salvador foi inaugurada oficialmente nesta segunda-feira (19) e começa a funcionar a partir da madrugada desta terça-feira (20). O equipamento está localizado no bairro de Águas Claras, às margens da BR-324, e passa a ser o principal terminal rodoviário da capital baiana.

A cerimônia de inauguração contou com a presença do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que ressaltou a relevância do novo terminal para a mobilidade urbana e regional. Antes do evento, o governador realizou um trajeto simbólico utilizando o metrô, saindo da estação da antiga rodoviária — que passará por readequação e mudança de nome — até a nova Estação Águas Claras, integrada ao terminal rodoviário. Na ocasião, também foi entregue o novo SAC Rodoviária, ampliando o acesso da população a serviços públicos.

Com uma área total de 127 mil metros quadrados e cerca de 41 mil metros quadrados de área construída, a nova rodoviária foi projetada para funcionar como um grande hub de transporte. O espaço integra rodoviária, metrô, terminal de ônibus urbanos e, futuramente, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), facilitando a circulação de passageiros dentro da cidade e para o interior do estado.

A estrutura conta com 41 plataformas de embarque, 24 de desembarque e 34 áreas destinadas ao estacionamento de veículos operacionais. O projeto prioriza a organização dos fluxos, separando embarques e desembarques para garantir mais segurança e agilidade aos usuários. Segundo o Governo do Estado, trata-se do maior e mais moderno terminal rodoviário das regiões Norte e Nordeste.

O terminal dispõe de acessibilidade universal, com elevadores, escadas rolantes, sanitários em todos os pavimentos, áreas de descanso e sinalização adequada. O estacionamento oferece 847 vagas, incluindo espaços reservados para pessoas com deficiência, idosos, gestantes, além de vagas para motocicletas e bicicletas. No espaço interno, funcionam 130 lojas comerciais, 70 guichês de atendimento e nove salas VIP.
Tecnologia e sustentabilidade
A operação da nova rodoviária é acompanhada pelo Sistema Integrado de Gerenciamento de Terminais (SIGIT), que utiliza mais de 400 câmeras de monitoramento, incluindo tecnologia de reconhecimento facial, todas conectadas a um Centro de Controle Operacional.

O empreendimento também se destaca pelas práticas sustentáveis. O terminal possui certificações internacionais EDGE Advanced e LEED Silver, que atestam eficiência no consumo de energia e água. Entre os recursos adotados estão estação de tratamento de efluentes e sistema de reaproveitamento de água, reforçando o compromisso ambiental da obra.


Campanha de vinculação de notas fiscais ao CPF do comprador distribui R$13 milhões por ano em sorteios mensais e anuais

O governo da Bahia lançou, na última quarta-feira (7), o cronograma de sorteios do programa Nota Premiada Bahia para 2026. A campanha permite que cidadãos cadastrados associem seus CPFs durante a emissão de notas fiscais para concorrer a prêmios e apoiar entidades filantrópicas vinculadas ao programa Sua Nota é um Show de Solidariedade.

Todo ano, a campanha distribui R$13 milhões em prêmios divididos entre 13 sorteios12 mensais e um especial. A cada mês, 90 participantes são contemplados com um prêmio de R$10 mil e um é contemplado com um prêmio de R$100 mil, totalizando R$1 milhão. Outro prêmio especial de R$1 milhão é sorteado para um único ganhador uma vez por ano.

O primeiro sorteio mensal está programado para o próximo dia 29 de janeiro, com os demais tendo continuidade nos dias 26 de fevereiro, 26 de março, 30 de abril, 28 de maio e 18 de junho, 30 de julho, 27 de agosto, 24 de setembro, 29 de outubro, 19 de novembro e 10 de dezembro. Enquanto isso, o sorteio especial do milhão está previsto para o dia 16 de julho.

Desde sua criação, em 2017, a campanha de cidadania fiscal Nota Premiada Bahia já distribuiu um total de R$99 milhões para 6.597 ganhadores, dos quais sete foram contemplados com prêmios especiais de R$1 milhão, 290 receberam prêmios de R$ 100 mil e 6.300 receberam os prêmios de R$ 10

O programa já conta com mais de 881 mil participantes e, ao todo, 244.913.933 notas fiscais eletrônicas emitidas por estabelecimentos comerciais de toda a Bahia já foram associadas aos CPFs de participantes cadastrados.

Como Participar

Cidadãos que desejem participar da campanha Nota Premiada Bahia devem se cadastrar no site do NPB e preencher o formulário. Durante a realização do cadastro, é preciso selecionar até duas entidades filantrópicas — uma da área de saúde e outra da social — com as quais serão compartilhadas todas as notas eletrônicas que forem associadas ao CPF cadastrado.

Após finalizado o cadastro, o participante poderá incluir o CPF na emissão de notas fiscais para concorrer aos sorteios da campanha. Além dos sorteios, a cada quatro meses as notas fiscais compartilhadas convertem-se em um repasse de R$5 milhões destinados às entidades filantrópicas vinculadas ao Sua Nota é um Show de Solidariedade.



Fonte: Brasil 61

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