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O tradicional São Pedro de Itiruçu é reconhecido como a maior festa popular do município e carrega uma história marcada pela cultura, pela música e pela união do povo itiruçuense. Em 2026, a celebração chega aos seus 70 anos, consolidando-se como um dos festejos juninos mais tradicionais do interior da Bahia.

Segundo o saudoso professor e historiador Marcos Cesar, a origem do São Pedro de Itiruçu remonta aos anos 1950, período em que o médico Dr. Antenor Rodrigues Costa chegou ao município. Após concluir o curso de medicina e atuar inicialmente na cidade de Maraú, no Recôncavo Baiano, Dr. Antenor decidiu mudar-se para uma cidade que tivesse a terminação “u”, escolhendo então Itiruçu para viver e trabalhar.

Naquela época, era raro encontrar médicos em pequenas cidades do interior, e Dr. Antenor rapidamente tornou-se uma figura importante na comunidade. Sentindo a falta de opções de lazer e convivência social, ele reuniu membros da sociedade local para discutir a criação de um espaço cultural e recreativo para a população.

A iniciativa ganhou força quando o senhor Vivaldo Bastos doou um terreno localizado na Rua Presidente Vargas, onde atualmente funciona um posto de saúde. Com a colaboração da comunidade, através de contribuições financeiras e mão de obra, foi construída a Sociedade Lítero Recreativa de Itiruçu (SLRI), inaugurada em 1956 em meio a grandes festejos.

Foi justamente naquele ano que nasceu oficialmente a festa de São Pedro de Itiruçu. As primeiras edições contavam com orquestras e atrações locais, reunindo famílias e membros da sociedade itiruçuense em noites marcadas por dança, música e celebração.

Com o passar das décadas, o evento cresceu e tornou-se a festa mais aguardada pela população. Inicialmente, porém, o São Pedro possuía um caráter elitizado, sendo restrito aos associados e membros da sociedade local. Esse formato permaneceu até 1996, quando a festa começou a ganhar características mais populares e abertas ao público, ampliando sua dimensão cultural e turística.

Hoje, o São Pedro de Itiruçu representa muito mais que uma festa junina. O evento simboliza a identidade cultural do município, movimenta a economia local, fortalece o turismo e mantém viva uma tradição passada de geração em geração ao longo de sete décadas.

Câmeras de segurança flagraram um ataque a tiros dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Ipase, em Várzea Grande no estado de Mato Grosso (MT), na tarde desta quinta-feira (7).

Nas imagens, um homem de camiseta laranja e mochila aparece fingindo ser paciente na recepção antes de seguir até o setor onde estava o vigilante. Ao se aproximar da vítima, o suspeito saca uma arma e dispara várias vezes. O segurança conseguiu reagir e não foi atingido.

O vídeo também mostra a participação de um comparsa, de camiseta verde, que monitorava a movimentação dentro da unidade de saúde. Após os disparos, os dois fugiram correndo, causando pânico entre pacientes e funcionários da UPA.

A Polícia Militar realizou buscas logo após o atentado e conseguiu localizar e prender em flagrante o homem apontado como autor dos tiros. Já o segundo suspeito conseguiu escapar e segue sendo procurado.

O caso será investigado pela Polícia Civil, que apura a motivação do crime e se houve planejamento prévio para executar o profissional de segurança.

A Anvisa informou nesta sexta-feira (8) que a fabricante Ypê conseguiu um efeito suspensivo que permite a retomada da fabricação e comercialização de lotes de detergentes e sabões que estavam sob restrição após uma inspeção sanitária.

Os produtos chegaram a ser recolhidos de supermercados depois que análises identificaram a presença de bactéria em itens da marca. Mesmo com a decisão favorável à empresa, a agência afirmou que ainda não recomenda o uso dos produtos envolvidos até a conclusão das investigações e novas análises laboratoriais.

Segundo a Anvisa, as medidas cautelares haviam sido adotadas para garantir a segurança dos consumidores após suspeitas de contaminação microbiológica. A orientação é que consumidores fiquem atentos aos lotes informados pela fabricante e pelos órgãos de vigilância sanitária.

A empresa informou que segue colaborando com as autoridades e que reforçou os protocolos de controle de qualidade em sua linha de produção.


A torcida do Esporte Clube Vitória protagonizou um protesto marcante neste sábado (2), durante a execução do hino nacional, antes da partida contra o Coritiba Foot Ball Club.

Em forma de manifestação, os torcedores ficaram de costas enquanto o hino era tocado — um gesto simbólico de insatisfação após polêmicas recentes envolvendo a arbitragem nos jogos contra Clube de Regatas do Flamengo e o Club Athletico Paranaense.

Além disso, integrantes de torcida organizada exibiram um cartaz com a frase “Respeite o Vitória”. Durante o ato, parte do público também entoou gritos de “ladrão” e direcionou críticas à Confederação Brasileira de Futebol.

O protesto reforça o clima de insatisfação da torcida rubro-negra, que cobra mais critérios e transparência nas decisões da arbitragem nas competições nacionais.

O árbitro da partida Rafael Rodrigo Klein. Embora não tenha protagonizado nenhum lance polêmico na partida, o árbitro gaúcho detalhou todos os atos da torcida durante a manifestação realizada em repúdio aos erros de arbitragem nos jogos anteriores do Leão.

“Informo que durante a execução do hino nacional, torcedores da equipe Esporte Clube Vitória permaneceram de costas para o campo de jogo", iniciou Klein em seu registro no documento.

"Relato ainda que a torcida exibiu uma faixa contendo símbolos da CBF apresentados de forma monocromática e com aparência de rachaduras, além do símbolo da própria equipe, bem como a imagem de um árbitro com os olhos cobertos pelas próprias mãos, acompanhada da seguinte frase: respeite o Vitória”, continuou o árbitro.

“Informo também que, durante a manifestação, mesmo posicionados de costas, alguns torcedores realizaram gestos insinuando roubo, bem como gestos obscenos em direção ao campo de jogo”, concluiu.

Qual água a população de Itiruçu está bebendo? Moradores cobram qualidade e transparência da EMBASA

A pergunta tem ecoado entre os moradores de Itiruçu: que água está chegando às torneiras da população? O sonho de ter acesso à água potável de qualidade, sem depender da compra de água mineral, ainda parece distante — quase uma promessa que não se concretizou.

A tão aguardada água do Rio Paraguaçu ainda não atende plenamente todos os moradores. Enquanto isso, a população convive com incertezas e constantes reclamações sobre a qualidade da água fornecida.

O Sistema Integrado de Abastecimento de Água (SIAA), que possui mais de 130 quilômetros de adutora, capta água no Rio Paraguaçu, no município de Marcionílio Souza, que deveria abastecer cinco cidades da região, incluindo Itiruçu ainda não é um realidade plena. O projeto foi criado com a proposta de garantir segurança hídrica para uma região que, há anos, enfrenta problemas com água de baixa qualidade.

No entanto, a realidade relatada por moradores é diferente. Em diversos momentos, a água apresenta aspecto salobro, barrento e até esbranquiçado, características que geram preocupação e desconfiança quanto à sua segurança para o consumo humano.

Segundo informações recebidas pela redação, o município ainda estaria sendo abastecido por água proveniente da Estação de Tratamento de Água (ETA) localizada entre Itiruçu e Lagedo do Tabocal — fonte que já foi alvo de denúncias relacionadas à possível contaminação por substâncias nocivas à saúde.

A situação não se limita apenas a Itiruçu. Moradores do Entroncamento de Jaguaquara também têm relatado problemas semelhantes e, segundo informações, estariam recebendo água oriunda da mesma Estação de Tratamento de Água (ETA), o que amplia a preocupação regional sobre a qualidade do abastecimento, ainda não confirmada pela Embasa.

Dados do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), do Ministério da Saúde, com base em análises realizadas entre 2018 e 2020, indicam que um dos principais fatores de risco está relacionado ao próprio processo de tratamento da água. O levantamento aponta que subprodutos gerados durante o tratamento podem contribuir para a contaminação, quando não há controle adequado. Inclusive Itiruçu ficou entre as 7 piores agua para consumo humano da Bahia.

Outro ponto preocupante é a possível ausência ou baixa presença de cloro na água distribuída. O cloro é essencial no tratamento, pois atua como agente oxidante, impedindo o desenvolvimento de bactérias e protozoários nocivos à saúde humana. Sem esse processo adequado, a água pode se tornar um meio propício para microrganismos perigosos.

Especialistas destacam que, embora o cloro tenha a função de desinfecção, o tratamento da água também envolve processos físicos e químicos que precisam ser bem controlados para evitar reações indesejáveis e garantir a remoção de substâncias prejudiciais.

Além da qualidade, a população também enfrenta problemas com a irregularidade no abastecimento, já que a promessa de fornecimento diário — prevista em contrato — nem sempre é cumprida, segundo relatos de moradores.

Diante desse cenário, cresce a cobrança por parte dos itiruçuenses e também de moradores de localidades vizinhas por mais transparência, fiscalização e melhorias no sistema de abastecimento, para que a população possa finalmente ter acesso a um direito básico: água limpa, segura e de qualidade.

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